WALDIR COSTA -A decadência dos jornais impressos e o fim do recesso parlamentar

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Jornais – A chegada da internet colocou os jornais impressos em cheque. A maioria fechou as portas e outros tiveram que se adequar à realidade. A “Folha de Londrina”, que já foi um dos mais importantes jornais do Estado do Paraná e dominava o interior do Estado hoje é praticamente um jornal metropolitano. Tem circulação na Grande Londrina e timidamente no interior. A “Gazeta do Povo”, de Curitiba circulava aos domingos com duzentas, trezentas páginas, sendo 70% de classificados, área hoje dominada pelo OLX e outros órgãos do gênero. Circula em formato de revista e somente aos sábados.

Jornais II – A influência dos jornais impressos não é mais a mesma e o exemplo é latente em Rondônia. Com mais de 100 anos de circulação o “Alto Madeira” não existe mais o mesmo ocorrendo com “O Estadão”, ambos com sede na capital, a “Folha de Rondônia” e o “Diário do Povo”, este em formato tabloide inglês e seguramente o mais moderno que circulou no Estado, ambos com sedes em Ji-Paraná. Somente o “Diário da Amazônia”, fundado em 13 de setembro de 1993 resiste ao tempo, mas sem o poderio de passado recente. Triste fim para uma imprensa, quase ignorada pelos jovens da internet, do facebook, do whats app, etc.

BR 319 – Coerente e responsável a informação do presidente Jair Bolsonaro (PSL), na sua recente visita ao Amazonas, de garantir a recuperação-restauração da BR 319, que liga Porto Velho a Manaus com 885 km. É a única ligação rodoviária de Manaus a Porto Velho e com os demais estados brasileiros. A 364 foi construída e inaugurada pelo ex-presidente Ernesto Geisel na década de 80 e hoje está abandonada com trechos intransitáveis em períodos de inverno amazônico (chuvas), como agora. A economia do Amazonas e de parte da Região Norte depende da rodovia. Sua recuperação será fundamental para a economia e integração da região e com os demais Estados do País.

Recesso/férias – Esta semana deputados e vereadores retornam aos trabalhos normais. Com o fim do recesso legislativo parlamentares e legisladores retomam as sessões plenárias com análises de projetos de leis, proposições, indicações e, no caso de aprovadas encaminhadas para sanção do executivo (governador do Estado e prefeitos). Durante praticamente todo o mês de julho os trabalhos estiveram paralisados, período em que deputados e vereadores visitam suas bases em busca de reinvindicações da população. A peregrinação termina esta semana. As cidades também ficam mais movimentadas com o fim das férias escolares e a retomada das aulas.

Queimadas – Com a carência de chuvas (não chove em Porto Velho há mais de duas semanas) e o tempo seco a fumaça ganha maiores proporções nos céus de Rondônia, para desespero das pessoas com problemas pulmonares, que são agravados e atingem  mais idosos e crianças. Aumenta de forma célere o movimento em unidades de saúde devido a complicações respiratórias. E os criminosos que provocam queimadas ilegais continuam impunes. Até quando todo verão amazônico (seca) os assassinos do meio ambiente e fomentadores de doenças respiratórias e pulmonares na população ficarão impunes?


Respingo

Estradas em precárias condições de uso não é um “privilégio” de Rondônia, que está com a malha viária pavimentada (sic) e de leito natural deteriorada. No Paraná são muitas as reclamações de políticos e empresários com o governo do Estado sobre a situação de rodovias, principalmente no Noroeste do Paraná, onde o solo é arenoso e os buracos tomam conta das pistas de rolamento +++ A retomada dos trabalhos, após um período curto de recesso (uma semana) a Escola do Legislativo, braço educacional da Assembleia Legislativa (Ale) ocorre hoje (29). O diretor geral da Escola, Fábio Ribeiro comandou um concorrido café da manhã com a equipe que compõe o quadro funcional +++ As eleições municipais (prefeito e vereador) do próximo ano predominaram nas andanças dos deputados durante o período de recesso legislativo pela capital e interior do Estado. Eleger prefeitos e vereadores sempre mobiliza a população em maior número, porque os representantes do parlamento mirim são considerados o “parachoque” na política, porque são sempre os primeiros a serem procurados pela população.



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