Você fala mais francês do que imagina. É o fenômeno do galicismo

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Sabe-se que a França teve papel importante na formação da identidade brasileira, transferindo seus ideais libertários para os nossos campos político e econômico. Nas décadas de 40 e 50 do século XX deu-se, também, a influência da língua francesa, considerada culta e elegante na época. Este fenômeno linguístico é conhecido como “galicismo”. Herdamos dessa convivência  uma série de palavras que pronunciamos todos os dias ainda em francês, como lingerie, nécessarie, toilette, couvert, (artístico ou aquela antepasto servido antes da refeição), réveillon,  ou ainda dégradé para tons de cores em sequência.

Enfim, é uma verdadeira enxurrada de palavras da língua francesa que permanece firme no nosso dia.  A seguir uma relação de termos do nosso cotidiano, alguns já aportuguesados e outros não, que mostram como a França está mais presente entre nós, mais do que podemos imaginar. Confira mais algumas palavras:

Abajur, do francês “abat-jour”; Ateliê, do francês “atelier”; Avenida, do francês “avenue”; Batom, do francês “bâton”; Bijuteria, do francês “bijouterie”; Boné, do francês “bonnet” ; Buquê de flores, do francês “bouquet”; Butique, do francês boutique; Camelô, do francês “camelot”; Carnê de pagamento, do francês “carnet”; Chantili, do francês “chantilly”; Chapéu, do francês “chapeau”; Chique, do francês “chic”; Creche, do francês “creche”; Filé, do francês “filet”; Gripe, do francês “grippe”; Guichê, do francês “guichet”; Maiô, do francês “maillot”; Moda, do francês “mode”; Omelete, do francês “omelette”; Quadrilha, do francês “quadrille”; Restaurantedo francês “restaurant”; Sutiã, do francês “soutien”; e Suvenir, do francês “souvenir”. 

O prestigiado professor Sérgio Nogueira também aborda em um de seus vídeos a influência da língua francesa em nosso dia a dia e faz alguns alertas. Veja:




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