Vereadora emite nota de pesar sobre de Marielle Franco e seu motorista

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A vereadora Cláudia de Jesus (PT) emitiu nota de pesar sobre o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco e do motorista dela, Anderson Gomes, na quarta-feira (14).

“Entramos em luto no mês das mulheres. No mês de março, em que buscamos reforçar as políticas sociais em prol das mulheres, temos as páginas da história do nosso país manchadas pela execução de uma guerreira, que agora tombada pela intolerância. Ela terá, com certeza, sua voz ecoada em todos os rincões deste Brasil e do mundo”, abriu a nota de pesar.

Segundo ela, hoje o Brasil (lamentavelmente) é manchete na imprensa do mundo inteiro, que cobra por justiça em decorrência da covarde execução da mulher “negra oriunda de favela carioca” defensora dos direitos das mulheres e dos direitos humanos.

 “A quem interessou fazer calar a voz de Marielle? Cada um que tire suas conclusões. Somente uma investigação séria e com acompanhamento de vários seguimentos da sociedade poderão nos trazer respostas cofiáveis sobre essa execução”, questionou no manifesto.  

VEREADORA CLAUDIA DE JESUS

“Indignada e revoltada com o assassinato de Marielle Franco, eu vereadora Cláudia de Jesus, assim como ela, sei da dor e da alegria de ter chegado onde cheguei. Dor da discriminação, das tentativas de nos calar, da falta de cortesia e consideração, porém com a alegria de poder, diariamente, de domingo a domingo, ajudar pessoas e lutar por políticas sociais em favor do nosso povo. Que Deus nos proteja”, encerrou a nota.


Íntegra da nota de pesar da vereadora Cláudia de Jesus (PT)

“Entramos em luto no mês das mulheres. No mês de março, em que buscamos reforçar as políticas sociais em prol das mulheres, temos as páginas da história do nosso país manchadas pela execução de uma guerreira, que agora tombada pela intolerância. Ela terá, com certeza, sua voz ecoada em todos os rincões deste Brasil e do mundo.

Tenho tido como pauta em meu mandato a defesa dos direitos das mulheres, e tivemos alguns avanços. Hoje quero dizer que a voz de Marielle Franco deve perpetuar em prol das mulheres e, em particular, das menos favorecidas, discriminadas e violentadas.

Hoje o Brasil (lamentavelmente) é manchete na imprensa do mundo inteiro, que cobra por justiça em decorrência da covarde execução da mulher “negra oriunda da favela carioca” defensora dos direitos das mulheres e dos direitos humanos, nossa companheira vereadora Marielle Franco (PSOL). Solidarizo com membros das duas famílias que perderam seus entes queridos naquele ato covarde e violento. Solidarizo também com os companheiros do PSOL. 

 A quem interessou fazer calar a voz de Marielle? Cada um que tire suas conclusões. Somente uma investigação séria e com acompanhamento de vários seguimentos da sociedade poderão nos trazer respostas cofiáveis sobre essa execução. 

 Vivemos tempos sombrios, em que pré-candidatos se manifestam com normalidade contra direitos das mulheres e negros, propondo soluções com pistolas e fuzis na mão.

Diariamente, tentam podar nossas vozes, tentam nos calar e apequenar a atuação política das mulheres. Somos poucas mulheres no exercício de mandatos, mas somos atuantes, cobramos resultados e defendemos políticas sociais sérias com ações concretas em favor das classes marginalizadas. 

 Indignada e revoltada com o assassinato de Marielle Franco, eu vereadora Claudia de Jesus, assim como ela, sei da dor e da alegria de ter chegado onde cheguei. Dor da discriminação, das tentativas de nos calar, da falta de cortesia e consideração, porém com a alegria de poder, diariamente, de domingo a domingo, ajudar pessoas e lutar por políticas sociais em favor do nosso povo. Que Deus nos proteja



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