Servidores da Saúde querem agilidade nas rescisões depois de demissão em massa

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Parte do grupo de profissionais de saúde, contratado de forma emergencial pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) para atuar na linha de frente contra a covid-19, se reuniu na frente do CPA na manhã desta quarta-feira (15), para pedir agilidade no pagamento de suas rescisões. O Governo havia promovido demissões em massa esta semana, situação repudiada pelo Conselho Regional de Enfermagem (Coren).

Os manifestantes alegaram que, apesar de terem conhecimento que os contratos eram emergenciais, não houve comunicação prévia de que haveria desligamentos no meio de um mês.

O Governo diz que está dando prioridade ao pagamento das verbas rescisórias. Afirma ainda que com a redução no número de internações por complicações do Coronavírus, o estado decidiu rescindir parte dos contratos dos profissionais emergenciais.

Em nota a Sesau juntamente com a Superintendência Estadual de Gestão de Pessoas (Segep) está dando prioridade no processo de rescisão dos profissionais.

Confira a nota:

Desde o início da pandemia, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), realiza medidas de combate ao coronavírus. Rondônia está há cinco meses sem fila de espera, comparado com o pico da segunda onda no dia 17 de março de 2021, quando 856 pacientes estiveram internados e mais 170 na fila de espera, totalizando 1.024. Atualmente o Estado possui 69 pacientes internados com a covid-19, sendo 35 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


Com a queda de internações, alguns contratos com servidores temporariamente (emergenciais) foram finalizados. A secretaria de Saúde juntamente com a Superintendência Estadual de Gestão de Pessoas (Segep) esclarece que está dando prioridade no processo de rescisão dos profissionais.



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