Senadores Raup e Cassol se dizem perseguidos e afirmam que vão provar sua inocência

AMBOS FORAM CITADOS NA LISTA DO MINISTRO EDSON FACHIN, DO STF, QUE DETERMINOU A ABERTURA DE INQUÉRITO CONTRA MINISTROS, SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS E GOVERNADORES

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OS DOIS POLÍTICOS NEGAM AS ACUSAÇÕES E REPUDIAM COM VEEMÊNCIA OS FATOS DOS QUAIS SÃO SUSPEITOS

O senador Valdir Raupp repudiou as acusações de delatores da operação Lava Jato e sua inclusão na lista dos investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Assim como Ivo Cassol ele diz não ter os envolvimentos apontados e que vai provar sua inocência. Cassol, por sua vez, publicou um vídeo no Facebook (veja abaixo) posicionando-se com indignação a este respeito. Ambos encontram-se na condição de suspeitos e terão de enfrentar inquéritos que já foram instaurados pelo STF.

É certo que haverá um longo caminho a ser percorrido antes que possam, por ventura, serem condenados ou absolvidos. Caberá agora ao Ministério Público Federal conduzir as investigações, para as quais não há prazo de conclusão.

“Da minha parte, asseguro que nunca recebi e nem autorizei ninguém a promover negociações absurdas como essa”, reafirmou o senador Raupp, frisando que as acusações são levianas e descabidas e que jamais autorizou qualquer pessoa a falar em seu nome ou fazer negociações espúrias junto a qualquer empresa e, muito menos a Odebrecht.

“Nunca tratei com ninguém sobre esse tipo de operação para obter vantagem indevida de qualquer empresa. Considero injusta tais acusações e vou provar que jamais recebi qualquer valor citado pelos delatores da Operação Lava Jato”, disse Raupp. De acordo com o senador, a única doação legal recebida pelo PMDB de Rondônia foi a de R$ 500 mil e consta na prestação de contas do partido, tendo sido declarada e aprovada pela Justiça Eleitoral.

O senador Ivo Cassol diz em seu vídeo no Facebook que foi surpreendido pelo envolvimento do seu nome, em especial nas questões ligadas às usinas de Santo Antonio e Jirau, no Rio Madeira. Ele enfatiza que vai provar sua inocência e que quando foi governador do estado, e depois também em 2011 já como senador, foi contra a isenção de ICMS das referidas usinas. “Peitei toda a classe política de Rondônia e fui absolutamente contra a isenção de um 1 bilhão de reais de ICMS, prejudicando muito o nosso estado (…) Tudo isso que está acontecendo só pode ser retaliação. Mais uma vez vou provar a minha inocência”, finalizou.


A seguir o vídeo que ele veiculou nas redes sociais:

 



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