SEMUSA atenta aos casos de mão-pé-boca em crianças no município

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A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), informou que o médico Tiago Lacerda está atendendo na UBS Nova Brasília os casos de crianças infectadas com a doença mão-pé-boca.

Ele descreveu as características e os sintomas iniciais da doença mão-pé-boca, contagiosa e causada por um vírus que habita normalmente o sistema digestivo e que também pode provocar estomatites (lesões na boca).  Embora possa acometer também os adultos e adolescentes, ela é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade. O nome da doença se deve ao fato de que as lesões aparecem mais comumente em mãos, pés e boca.

São sinais característicos da doença: febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões; aparecimento, na boca, amígdalas e faringe, de lesões dolorosas; erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que podem ocorrer também nas nádegas e na região genital; mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarreia; e por causa da dor, surgem  dificuldades para ingestão de comida, além de muita salivação.

A transmissão se dá através do contato direto entre as pessoas, por via oral ou então através de alimentos e de objetos contaminados. A pessoa infectada já transmite o vírus sete dias antes dos sintomas aparecem e mesmo depois de recuperada, ela pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas.

Ainda não existe vacina contra a doença mão-pé-boca. Também não há tratamento específico para a doença. O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem durante a manifestação dos sintomas.


O DR. TIAGO FEZ RECOMENDAÇÕES  aos pais para que fiquem atentos aos sintomas e cuidem ainda melhor da limpeza e higiene das crianças, mantendo-as sempre limpas e protegendo as partes lesionadas com pomadas indicadas em receitas médicas. No mais, ele observou sobre manter boa alimentação que, para melhor absorção, deverá ser pastosa e com muito líquido. Ele recomenda ainda o isolamento para evitar  o contágio dos demais membros da família, bem como o compartilhamento de objetos pessoais.



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