Secretário municipal de Saúde avalia impacto da Fase 2 em Ji-Paraná

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O secretário municipal de Saúde de Ji-Paraná, Álvaro Galvão, manifestou-se sobre a classificação de Ji-Paraná na Fase 2 do plano de combate à Covid-19 “Todos por Rondônia”. Segundo o secretário neste período, não está proibido o funcionamento das casas noturnas. Apenas será necessária a orientação por parte da Vigilância Sanitária para que não ocorram shows com plateia em pé. “Deverá haver um distanciamento maior entre as mesas nesses estabelecimentos”, advertiu o secretário.

“A classificação nas fases não é uma decisão da Prefeitura de Ji-Paraná muito menos da Secretaria Municipal de Saúde. Este fato [reclassificação] sofre alterações a cada 15 dias. Então, nós devemos mudar a nossa fase, em breve”, avaliou Álvaro Galvão, querendo expressar que gostaria de ver Ji-Paraná de volta à Fase 3.

Segundo ele, a prefeitura trabalha para aumentar a oferta de leitos de UTI no município. “As vagas de UTIs de Ji-Paraná (Hospital HCR) e Cacoal estão lotadas em quase sua totalidade. Nós temos uma taxa de 91,4% de ocupação. Isso significa que em alguns dias elas estão totalmente lotadas e em outros não”.

Galvão ressaltou que o comércio vem adotando medidas de prevenção à doença e o momento requer a conscientização de boa parte dos moradores da cidade. “Contamos com a compreensão de todos. E não podemos deixar de dar ação para esse momento de saúde pública”, afirmou.

SEGUNDO A TABELA DE CLASSIFICAÇÃO de municípios divulgada, domingo (28), a cidade de Ji-Paraná retornou para a Fase 2 do Plano de Ação “Todos por Rondônia”, estabelecido pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), responsável pelo enfrentamento e prevenção à pandemia da Covid-19.


 A inclusão na nova fase do município deu-se pela alteração da matriz de reclassificação dos municípios, que agora passa a considerar casos ativos em substituição aos confirmados. Estes englobam óbitos e casos recuperados, ou seja, pessoas que não necessitam mais de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Já o índice de crescimento de casos ativos dá à Sesau um “panorama mais preciso da necessidade de ampliação ou retrocesso de medidas de distanciamento social”.



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