O termo de compromisso com adesão ao Plano Nacional de Segurança Pública acaba de ser assinado pelo governador Confúcio Moura após reunião com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto, na qual estiveram também os governadores do Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Roraima e Tocantins e vice-governadora do Acre. O termo tem cinco cláusulas e a primeira diz que as estratégias e ações do plano serão desenvolvidas em consenso entre União e estados, que vão elaborar o plano tático e operacional.

O governador disse que há grande preocupação dos gestores com as fronteiras, por onde o narcotráfico transita livremente. “Toda a situação prisional brasileira, a violência no Brasil, todo mundo sabe que vem do tráfico de drogas. E essa droga entra pelos nossos Estados”, disse o governador Confúcio Moura. “A única solução é o Exército na fronteira. Pedimos a presença do Exército nas fronteiras, e o presidente prometeu nos atender”, disse o governador. Segundo Moura, ainda nesta quarta-feira os governadores vão apresentar um pedido conjunto de atuação das Forças Armadas nos presídios, e de tropas do Exército nas fronteiras.
O presidente da Republica se comprometeu, segundo o governador, ajudar no pagamento de diárias para policiais militares que fizerem patrulhamento nas ruas. 

Integração — Entre as ações previstas estão a implantação de centros de inteligência integrados das polícias nas capitais, em todos os 26 estados e Distrito Federal. Estes centros vão contar com a participação conjunta da PRF, da Polícia Federal, das polícias Militar e Civil dos estados, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e de agentes penitenciários. O objetivo é integrar as forças e agilizar a circulação e a troca constante de informações entre as autoridades. O governo fará um mapeamento dos locais onde ocorrem homicídios, que começará pelas capitais e depois será expandido para as regiões metropolitanas. O objetivo é ter um levantamento das áreas mais vulneráveis nas cidades;

O combate ao crime organizado terá como foco o tráfico internacional de drogas e de armas, tendo diretrizes em três eixos básicos: atuação conjunta com países vizinhos (fronteiras, inteligência e informação e operações); fiscalização, proteção e operações nas fronteiras e atuação conjunta com as policiais estaduais;

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