Rondônia está entre os estados com baixo risco de contaminação por febre amarela, conformes dados apontados pelo setor de estatísticas do Ministério da Saúde (MS). A informação foi dada nesta sexta-feira (19) pelo do secretário estadual Williames Pimentel, em Porto Velho. Ele descarta informações de que haveriam macacos mortos na região de São Carlos – baixo Madeira –, e possíveis suspeitas de que teriam morridos por febre amarela silvestre.

De acordo com o secretário, Rondônia vem superando a meta de vacinação desde 2014. O trabalho de vigilância é feito em vários períodos do ano e sempre que há informações de animais mortos. Além do trabalho de campo, o controle é feito também com a retaguarda do Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen) que investiga pacientes com sintomatologia parecida com a febre amarela.

SECRETÁRIO ESTADUAL PIMENTEL, DA SAÚDE: NÃO HÁ NOTÍCIA DE QUE A DOENÇA TENHA ACOMETIDO ANIMAIS E PESSOAS NO ESTADO

O último caso confirmado da doença em Rondônia foi registrado em 2001, em Porto Velho. “Não há qualquer suspeita de que a doença, embora silvestre, tenha acometido animais e pessoas no Estado”, afirma o secretário. Ele tranquiliza afirmando que há hoje no Estado cota de vacina suficiente para atender a demanda, embora a maioria da população já tenha sido imunizada.



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