Com o calor forte em todo o estado de Rondônia e temperaturas que têm ultrapassado com facilidade os 40 graus Celsius, os dias ji-paranaenses registram uma poluição ambiental preocupante. No final da tarde desta quinta-feira (21), por volta das 17 horas, mal se podia ver o sol, enfraquecido atrás de uma intensa névoa provocada pela fumaça das queimadas.

Espontâneas ou provocadas elas aparecem com frequência sujando o ar, atrapalhando o trânsito nas rodovias, aumentando o calor e encaminhando um problema que se fará notar daqui a alguns dias: o aumento dos problemas de respiração na população, em particular nos idosos e nas crianças.

De acordo com dados da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam-RO) os focos de queimadas registrados em Rondônia aumentaram 33% de acordo com comparativo do mês de julho dos anos de 2016 e 2017. Foram contabilizados 1.280 focos em julho deste ano, contra 960 no mesmo período do ano passado.

Esta elevação, de acordo com a Sedam, se dá em virtude das altas temperaturas e falta de chuvas neste período do ano. Outro fator que contribui para o aumento do índice de queimadas são a prática agrícola e a limpeza de pastos.

Ainda segundo a Sedam o município que apresenta maior número de ocorrências é Porto Velho, onde foi registrados em julho 613 focos de calor, seguido por Nova Mamoré com 138, Candeias do Jamari com 80, Cujubim 54 e os demais municípios registraram números abaixo de 30.




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