Prefeitura de Ji-Paraná diz que coleta emergencial de lixo na cidade não está paralisada

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O sistema de coleta de resíduos sólidos urbanos em caráter de emergência em Ji-Paraná, obedecendo ao que preconiza a legislação está sendo feita pela equipe da Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis (Coocamarji), com uso dos caminhões da Secretaria Municipal de Obras  e Serviços Públicos (Semosp) e apoio da  Semeia.

Detalhes desta operação foram dados em uma entrevista coletiva esta semana pela prefeitura de Ji-Paraná, da qual participaram o Procurador Geral do Município (PGM), Ricardo Braga, a Controladora Geral do Município (CGM), Patrícia Costa e secretária municipal de Meio  Ambiente, Jeane Muniz, .

O objetivo específico da entrevista foi  esclarecer para a população as adequações emergenciais e anunciar a licitação para a contratação de uma empresa que será conhecida nos  próximos dias.

A secretária Jeane Muniz, afirmou na ocasião que, “o contrato com a  empresa responsável pela coleta e destinação do lixo, estava prestes  a vencer e foi acordado que  o trabalho seria feito  por trinta dias, até  a conclusão da  licitação, mas  empresa decidiu romper o acordo, deixando  a cidade sem  o serviço.  Diante da situação, a administração começou recolher resíduos sólidos.”

Patrícia Costa,  Controladora Geral, informou que “em momento algum houve paralisação na coleta de Resíduos Sólidos Urbanos no município de Ji-Paraná. Já o Procurador do Município respondeu quanto à legalidade do trabalho da Coocamarji. “Faz parte do trabalho da Cooperativa, ou seja, eles já trabalham com a coleta, acrescentando apenas a demanda que é bem maior”, disse Ricardo Braga.


 



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