O prefeito Thiago Flores e sete vereadores de Ariquemes foram processados pelo Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público Estadual (MP-RO) por mandarem suprimir páginas de livros escolares que citavam a união homossexual como sendo uma alternativa familiar atual. Segundo a ação, o executivo e legislativo vão responder por improbidade administrativa, ato de censura ilegal e estímulo à homofobia, o que pode levá-los à perda do cargo público que exercem.

O PREFEITO FLORES PODE ATÉ PERDER O CARGO (Foto: Ana Claudia Ferreira/ G1)

Se condenados eles também podem ser obrigados a pagar indenização e multa por danos morais sofridos pelo município de Ariquemes, pela União e pela própria sociedade resultando em um valor de R$ 2 milhões. 

A ação é movida pelos Procuradores da República Reginaldo Trindade e Raphael Bevilaqua e pelas promotoras de Justiça Joice Gushy Mota Azevedo e Priscila Matzenbacher. .

Em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (22), o procurador Reginaldo Trindade explicou que os indiciados “ignoraram  e afrontaram os princípios constitucionais de construção de uma sociedade livre, justa e solidária, sem preconceito e discriminação”. Segundo a promotora Priscila Matzenbacher, os alunos foram prejudicados pela falta do livro e a sociedade, como um todo, foi incitada a um levante de violência.

 


 



CURTA/SIGA/ACOMPANHE-NOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here