Prefeito Marcito diz que não revogará decreto, como quer o Ministério Público

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Após o Ministério Público manifestar-se favorável e recomendar que a cidade de Ji-Paraná revogue o decreto emitido na última sexta-feira, o prefeito Marcito Pinto informou hoje pela manhã na rádio Alvorada, ao jornalista Fábio de Souza, que não cumprirá a recomendação. “Após a cidade ter sido regredida à Fase 1 do plano de ação, o que ocasionaria mais prejuízos ao nosso comércio, eu me vi obrigado a fazer um decreto, porque eu tenho esse direito, está na Constituição. Foi a primeira vez que contrario o governo do estado”, disse Marcito.

Neste ato de independência, o chefe do executivo assume, portanto, a responsabilidade constitucional de gerenciar as questões da municipalidade, relacionadas à pandemia, sobretudo no que se refere ao que abre e ao que fecha nos segmentos do comércio.

Sobre o MP — Sobre a manifestação do Ministério Público  de ter emitido parecer orientando ao prefeito que revogue o decreto e retorne para o Plano de Ação do governo do estado, o prefeito frisou: “É natural que o Ministério Público emita documento questionando, e pedindo que se cumpra o decreto, mas também vejo que é natural nós tomarmos uma posição de defender os interesses de nossa cidade”, afirmou.

Marcito salientou em sua fala na emissora que a cidade está sendo vítima de uma guerra politica, onde há omissões por parte do estado e a culpa tem caído em suas “costas”. E que, portanto, ele precisa se manter firme na posição que tomou para evitar celeumas maiores à cidade.

“Queremos que o estado cumpra seu dever constitucional e instale mais UTIs em Ji-Paraná, pois é obrigação legal do governo estadual, como diz a Constituição. Nós já temos um hospital sobrecarregado, que atende nossa população e mais 17 municípios aqui na região, e não temos um Hospital Regional. Eu cansei de pedir para que tenhamos um”, desabafou Marcito.




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