Todos os dias, mais de 140 toneladas de lixo são descartadas nos lixões a céu aberto da região central de Rondônia. Os municípios de Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste e Vale do Paraíso ainda não inauguraram seus aterros sanitários. Exceção fica por conta de Teixeirópolis e Cacoal onde não há mais lixões.

De acordo com o prazo determinado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), as cidades brasileiras teriam até este dia 31 de julho, daqui a uma semana, portanto, para extinguir seus depósitos a céu aberto e destinarem os resíduos a um local adequado.

Durante discussões sobre a lei que determina a implantação de aterro sanitário nos municípios, em Ji-Paraná, por exemplo, foi criado um consórcio intermunicipal para buscar alternativas que auxiliariam as cidades que não detêm recursos para construir e manter um aterro sanitário.

Este consórcio está gerenciando a construção do local na Zona Rural de Ji-Paraná, cuja  obra começou em junho deste ano e está prevista para ser entregue em 180 dias. A área terá capacidade de receber 300 toneladas de lixo diariamente e vai atender seis municípios da região entre eles Nova União, Mirante da Serra e Urupá. 

EM OURO PRETO DO OESTE, que tem a segunda maior produção de lixo da região, são produzidas cerca de 28 toneladas de resíduos sólidos diários. A Secretaria de Meio Ambiente do município informou que ainda está sendo realizado um planejamento de como os resíduos serão encaminhados a um futuro aterro sanitário. Uma associação de catadores com 24 trabalhadores está sendo registrada para atuar no município.


Em Teixeirópolis não existe mais lixão a céu aberto. A prefeitura iniciou, em janeiro deste ano, o transporte do lixo sólido para o aterro sanitário de Cacoal. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, o antigo lixão do município foi reflorestado.



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