Portadores de hanseníase identificados em mutirão já estão em tratamento

Se você não foi à carreta e tem alguma mancha estranha no corpo com perda ou alteração da sensibilidade procure logo o atendimento médico

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DURANTE TRÊS DIAS CARRETA FEZ MUTIRÃO E ATENDEU 194 PESSOAS

Todas as 14 pessoas diagnosticadas neste mutirão contra a hanseníase, realizado pela carreta do Projeto Roda Hans, em Ji-Paraná, já foram convidadas a iniciar o respectivo tratamento específico para combater este problema de saúde. 

O atendimento, bem como todos os medicamentos, é inteiramente gratuito e acontece no Centro Especalizado que fica ao lado do INSS e da Biblioteca Municipal, no centro da cidade. O horário de atendimento é das 7h30 às 13 horas.

Lá são atendidos pacientes de Ji-Paraná e municípios de toda a região central de Rondônia. “Além do acompanhamento com profissionais especializados e medicamentos, fazemos orientações e trabalhos de prevenção contra a doença”, informou a diretora Marcelle Carvalho Gil.

As pessoas que, por ventura, não tenham ido à carreta e sejam portadoras de alguma mancha esbranquiçada, avermelhada ou amarronzada, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração da sensibilidade devem procurar tratamento médico sem demora nesta unidade de saúde da Prefeitura de Ji-Paraná.

BALANÇO —   A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) divulgou o número de casos confirmados de hanseníase, diagnosticados durante o mutirão de exames e orientações realizado neste início de mês no município.

Das 194 pessoas que foram atendidas durante o atendimento na Carreta do Projeto Roda Hans, 14 delas receberam o diagnóstico da doença, por meio de exames e consulta médica com dermatologista e especialista em hanseníase. Estas pessoas já iniciaram o tratamento e receberão atendimento de seis meses a um ano, de acordo com a necessidade. 

“Essa doença é grave, transmissível e tem que ser tratada. Muitas pessoas podem estar transmitindo a hanseníase e não sabem. A transmissão já é interrompida quando o paciente toma a primeira dose da medicação. O diagnostico precoce é importante para que não haja sérios problemas que possam impedir a pessoa de ter uma vida normal”, finalizou a diretora Marcelle Carvalho Gil.

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