Arritmia cardíaca pode e deve ser tratada logo no início

PUBLIEDITORIAL -- Se sintoma persistir o caminho mais seguro é procurar, sem demora, um cardiologista

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Algumas doenças aparentemente inofensivas costumam se tornar perigosas e surpreender o ser humano. É o caso da arritmia cardíaca, uma das principais causa de morte súbita no Brasil. A maior parte é benigna e pode ser tratada e até curada, segundo o dr. César Augusto Angeli de Lima, cardiologista da clínica MedRitmo, único especialista em arritmias cardíacas (arritmologista) do estado de Rondônia.

Este problema ocorre quando se diz que o coração “saiu do ritmo” e está batendo descompassado, de forma acelerada (taquicardia) ou mais lentamente (bradicardia). Há casos em que ambas as irregularidades se manifestam. O principal e mais comum sintoma da arritmia é a palpitação, ou seja, a “batedeira no peito”. Outros sinais são a falta de ar, desmaios, convulsões e nos casos graves a morte súbita.

Há arritmias congênitas, ou seja, herdadas geneticamente, e há outras que podem ser contraídas pelo consumo excessivo de cafeína, calmantes, álcool ou pelo uso de cocaína. “Como existem vários tipos de arritmias, das mais inocentes até aquelas fatais, não hesite em procurar um cardiologista se sintomas aparentes ou quaisquer indícios surgirem”, alerta o dr. César. Por esta providência entenda-se marcar uma consulta para realizar o famoso check up, que aconselha-se que seja anual após os 40 anos de idade.

A ARRITMIA OCORRE QUANDO SE DIZ QUE O CORAÇÃO “SAIU DO RITMO”

Nesta ocasião o médico deve interrogar o paciente sobre os seus sintomas, fazer um eletrocardiograma além de pedir exames de sangue simples e outros que julgar necessários, como o holter, ecocardiograma, teste ergométrico ou até mesmo o cateterismo. “A maioria das arritmias não apresenta maiores problemas e pode ser curada ou controlada com medicamentos”,  conclui o dr. César.

Por isso torna-se de suma importância o reconhecimento precoce do problema, para que o tratamento seja eficaz e, com este comportamento, confirmar o velho adágio popular que diz que “é melhor prevenir do que remediar”.

Texto/Foto: Marcos Lock

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