PÁSCOA: Procon alerta população para pesquisa

0
67

O técnico em segurança do trabalho Aureliano Nonato, de Porto Velho, decidiu adiantar as compras de Páscoa. Foram ovos de chocolate comprados para presentear filhos e sobrinhos, mas mesmo com parte do orçamento destinado ao agrado, ele diz que não é fácil presentear todo mundo já que o preço está bem diferente do encontrado no ano passado.

“Está tudo mais caro. Ano passado comprei os mesmos ovos, do mesmo tamanho por 18 reais, hoje comprei por 26. A gente guarda 100 reais para isso mas já estou vendo que no ano que vem esse dinheiro vai ser pouco”, explicou.

Os preços realmente subiram, não é só impressão de quem visita os corredores coloridos. A diferença é tão significativa que os supermercados têm buscado alternativas de parcelamento para fazer a compra ser mais atrativa ao consumidor, e é nesse sentido que a fiscalização do Procon tem atuado.

“Nós visitamos cerca de nove supermercados aqui na capital e avaliamos, nesse momento, a questão do preço. Com esse levantamento nós comparamos aos valores do ano passado e geramos uma planilha, que deve ser divulgada ao consumidor em alguns dias. Essa é a forma encontrada para ajudar a economizar e não aceitar preços abusivos”, explica o conciliador Bruno Ferrari.

O representante do Procon ainda explica que, caso o cliente se sinta lesado, seja através do consumo, preço ou algo que pareça diferente do que é descrito pelo fabricante, a primeira orientação é procurar o estabelecimento em que o produto foi comprado.


“As empresas têm resolvido esse tipo de problema muito rapidamente, até porque os problemas podem ter sido causados por questões de armazenamento, por exemplo, do próprio fabricante. Porém, caso a situação não seja resolvida, é indicado que o Procon seja procurado e assim fazemos o passo a passo”, resumiu.

ALTERNATIVAS — Além da pesquisa em busca do menor preço, o conciliador fala sobre as outras opções de doces que podem servir de presente na Páscoa, como os ovos de colher. Mas é bom tomar cuidado com a procedência do que é comprado.

“É uma alternativa muito boa, mas é sempre importante pesquisar, conversar com pessoas que já compraram o produto ou conhecem quem vende. Se for produzido de forma inadequada, o ovo caseiro de colher pode causar problemas sérios à saúde”, conclui Ferrari.



CURTA/SIGA/ACOMPANHE-NOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here