A Operação Teixeirão vai reunir universitários e professores de instituições de ensino superior, pública e privada para atender 16 municípios com baixos indicadores sociais de Rondônia , utilizando a mesma metodologia do Projeto Rondon, um caso de sucesso há 50 anos. As atividades serão realizadas de 18 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018.

O vice-governador Daniel Pereira adiantou que as instituições de ensino estão sendo convidadas a participarem do projeto e que as propostas de trabalho deverão abranger as seguintes áreas temáticas: Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde, Comunicação, Tecnologia e Produção, Meio Ambiente e Trabalho, e Comunicação Social. “O sucesso do Teixeirão depende dos projetos que as universidades e faculdades apresentarem”, afirmou.

Ele disse que em outubro serão iniciadas as reuniões de articulação e apresentação do Projeto Teixeirão para as faculdades e universidades, em quatro polos: no dia 3/10 em Porto Velho (que vai incluir as cidades de Machadinho, Ariquemes e Guajará Mirim), no 4/10 será em Ji-Paraná (Jaru e Ouro Preto), no dia 5/10 no polo Cacoal (Pimenta Bueno e Rolim de Moura), e no dia 6/10 será em Vilhena (Colorado do Oeste e Cerejeiras).

O coordenador Técnico Legislativo do governo, o advogado Helder Rysler de Oliveira, que é executor deste novo projeto do estado, explicou que a seleção dos municípios aconteceu em comum acordo com o Ministério da Defesa, que vai planejar, coordenar e executar as atividades e as ações do Projeto Rondon.

As cidades escolhidas tem população inferior a 25 mil habitantes e com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) abaixo de 0,7, sendo eles: Vale do Anari, Theobroma, Nova União, Governador Jorge Teixeira, Alto Alegre dos Parecis, Vale do Paraíso, Mirante da Serra, Santa Luzia do Oeste, Seringueiras, Cabixi, Pimenteiras do Oeste, São Francisco do Guaporé, Parecis, Ministro Andreazza, Presidente Médici e Primavera de Rondônia.


“Estamos aprendendo com o Ministério da Defesa a metodologia aplicada no projeto Rondon para depois o governo vai replicá-la no Teixeirão e a partir de 2019 ele deve se tornar uma política pública de governo”, explicou Helder, acrescentando que depois da primeira experiência com o projeto o Ministério da Defesa vai ficar auxiliando o estado na parte de reciclagem e atualização de novas ações.



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