Três das cinco maiores empresas de Rondônia estão envolvidas no esquema criminosos investigado pela Operação Dracma, deflagrada nesta quinta-feira (14) pela Polícia Federal (PF) e Receita Federal (RF), com apoio logístico do Exército, nos estados de Rondônia, Pará e Mato Grosso.

Foram cumpridos 72 mandados de busca e apreensão; 6 medidas cautelares de afastamento da atividade/função de investigados que atuavam, principalmente na administração/gerência de empresas; 147 contas bancárias bloqueadas e quatro prisões em flagrantes na cidade de Guajará-Mirim. 

Houve buscas e apreensões nas distribuidoras Coimbra; Potosi Material de Construção; e MS Distribuidora nas cidades de Porto Velho e Guajará-Mirim e nas residências dos dirigentes destas empresas. Os bens dos donos estão indisponíveis. Foram apreendidos vários veículos e lanchas. Na sede da Distribuidora Coimbra em Guajará-Mirim foram apreendidos mais de R$ 100 mil.

Em Porto Velho, agentes federais chegaram bem cedo na casa do empresário Mário Português, dono da Distribuidora Coimbra. Foram apreendidos documentos e veículos.

A ação tenta desarticular uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais e evasão de divisas oriundas do tráfico internacional de drogas, além de sonegação fiscal, principalmente na cidade de Guajará-Mirim.

Segundo a PF, o foco na operação é em Guajará-Mirim, fronteira do Brasil com a Bolívia, onde atuam ao menos 160, dos 220 policiais designados para cumprirem os mandados de busca e apreensão nas casas de empresários e sede ou filiais de empresas.



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