Novo laboratório de patologia aperfeiçoa tratamento de câncer no estado

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FORAM INVESTIDOS R$ 1,5 MILHÃO NA REFORMA E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA O LABORATÓRIO

A inauguração do Laboratório de Patologia Cirúrgica do Hospital de Base, ocorrido na manhã desta terça-feira (11), fecha o ciclo do tratamento de câncer em Rondônia, segundo o secretário estadual da Saúde Williames Pimentel. O secretário chamou atenção para os investimentos feitos em diagnóstico e tratamento oncológico em Rondônia, que ultrapassam R$ 30 milhões por ano em convênio com instituições como o Hospital do Câncer de Barretos e Hospital São Pelegrino, ambos em Porto Velho, e Hospital Daniel Comboni, no município de Cacoal.

Inaugurado, o laboratório vai possibilitar diagnóstico de biópsias e exames anatomopatológicos baseados em características morfológicas dos tecidos células. Foram investidos R$ 1,5 milhão na reforma e aquisição de equipamentos de última geração. Nele estará atuando um corpo de profissionais formado por médicos patologistas, técnicos em laboratório e agentes administrativos.

Para Pimentel é importante observar a situação da saúde estadual encontrada antes da primeira gestão do governador Confúcio Moura. Segundo o secretário, só com esta avaliação para medir a importância do que fica como legado.

“Recebemos o hospital de Cacoal fechado pelo Ministério Público. Hoje, realiza 36 mil consultas, 4.500 internações e 500 cirurgias. Toda esta demanda seria encaminhada para Porto Velho”, exemplificou o secretário citando o governador Confúcio Moura como o idealizador do sistema de descentralização.

O Laboratório de Patologia Cirúrgica acrescenta ao Hospital de Base, conforme Pimentel, mais qualidade no atendimento, o que ocorre nas áreas de cirurgia bariátrica, hemodiálise,  transplante de rim, acompanhamento aos transplantados de fígado e oftalmologia, entre outros.

Descontraído, o governador Confúcio Moura brincou que pouco havia a falar após a explanação do secretário Pimentel. Mas ressaltou que o laboratório abre uma alternativa para estudos numa especialidade rara como a anatomopatogia, que tem poucos profissionais qualificados no país.

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