Lideradas por mulheres, milhares de pessoas tomaram as ruas de Washington, Nova York, Chicago, Boston, Rio de Janeiro, Berlim (Alemanha), Roma (Itália), Sydney (Austrália), Londres (Inglaterra), Paris (França), Seul (Coreia do Sul) e Tóquio (Japão) neste sábado para exigir que o presidente Donald Trump respeite seus direitos e os das minorias. Os organizadores da Marcha das Mulheres acreditam que aproximadamente 2,5 milhões de pessoas foram às ruas em mais de 600 marchas contra Trump realizadas no exterior. Em Washington, onde acontece a maior Marcha das Mulheres, os organizadores estimam a presença de 500.000 pessoas. O evento se concentrou perto do Congresso, onde se ouvia fortes gritos de resistência e luta pelos direitos das mulheres e de todas as minorias.

“A marcha é uma demonstração de nossa solidariedade e um pedido para que Trump respeite todas as pessoas, de todos os credos e cores”, declarou à AFP Lisa Gottschalk, uma cientista de 55 anos que viajou da Pensilvânia para protestar. Várias celebridades como o cineasta Michael Moore, a atriz Scarlett Johansson e a cantora Madonna participaram da manifestação. Inicialmente, a intenção era fazer uma marcha até os arredores da Casa Branca, mas devido à multidão maior do que o previsto, a maior parte das pessoas ficou concentrada na região da Independence Avenue, perto do Congresso. Uma pequena parte das pessoas, no entanto, continuou com o plano inicial e marchou em direção à Casa Branca.

Luta pelo justo

“Não podemos passar de uma nação de imigrantes a uma nação de ignorantes”, alertou uma das primeiras oradoras, a atriz de origem hondurenha América Ferrera, em referência à promessa de Trump de deportar entre dois e três milhões de imigrantes e construir um muro na fronteira com o México. Uma das oradoras que mais recebeu aplausos foi Sophie Cruz, uma menina americana-mexicana de seis anos cujos pais se encontram em situação irregular e que ficou famosa em 2015, quando foi abraçada pelo papa Francisco. “Estamos aqui juntos para formar uma rede de amor que proteja as nossas famílias”, disse no palco, enquanto sua mãe, ao seu lado e vestida com uma roupa indígena, enxugava as lágrimas. “Também quero dizer às crianças que por favor não tenham medo porque não estamos sós (…) Vamos lutar pelo justo!”, pediu a menina.

Em vídeo registrado durante o protesto nos Estados Unidos, milhares de mulheres empunhavam cartazes em protesto contra o novo presidente americano e cantavam, em coro, que “Donald Trump precisa ir”. Confira no link clicando AQUI:

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