O jornalista Marcelo Rezende, que lutava contra um câncer no pâncreas e no fígado e morreu na tarde deste sábado, em São Paulo, era conhecido em todo o país por sua atuação no Cidade Alerta, da Rede Record. Neste programa ele assumia um papel ora irreverente, ora debochado, na apresentação de reportagens policiais. Com isso, conferia mais “leveza” ao noticiário pesado de crimes. O estilo caiu no gosto do público e sua audiência era maciça, tornando-o muito popular.

Seu enterro em São Paulo, neste domingo, foi acompanhado por milhares de pessoas e o corpo, que foi velado na Assembleia Legislativa paulista, seguiu para o cemitério em carro aberto do Corpo de Bombeiros.

Marcelo também tornou-se conhecido pelos seus bordões (o mais conhecido: “Corta pra mim”) e costumava brincar e colocar apelido nos repórteres que o acompanhavam no programa. Ele contracenava diariamente com o também ex-austero jornalista Percival de Souza, que ficava sentado em um trono e interagia com paciência às provocações de Rezende.

Bem humorado, o ex-jornalista esportivo que migrou para a editoria policial, na vida privada era mantinha o mesmo jeito irônico: “Eu me divirto com a vida. Tenho as coisas sérias, mas a maior parte da vida é para ser vivida com felicidade com alegria. Eu brinco muito”, disse certa vez numa entrevista.

Veja a seguir, um vídeo que mostra a personalidade de um jornalista que, ao seu modo, reinventou à desgastada linguagem dos programas policiais televisivos:




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