Major Olímpio: se houvesse alguém armado lá tragédia seria menor; e o silêncio de Bolsonaro

0
25

O senador por São Paulo, Major Olímpio (PSL) comentou o ocorrido em Suzano durante uma reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Na visão do parlamentar, se alguém dentro da escola estivesse armado, o ocorrido poderia ter sido “minimizado”. “Se tivesse um cidadão com a arma regular dentro da escola, um professor, um servente, um policial aposentado trabalhando lá, isso poderia ter sido minimizado”, disse.

Major Olímpio ainda classificou o Estatuto do Desarmamento como “farsa” e tivesse que o Congresso não pode ser “omisso”. “Nós temos a obrigação de aproveitar esse episódio e passar a limpo a segurança pública”.

O SILÊNCIO DE BOLSONARO — Os ex-presidenciáveis Marina Silva, Guilherme Boulos e Fernando Haddad vieram a público manifestar sua solidariedade e indignação pela tragédia. Alguns membros do governo federal, como o ministro Sergio Moro, também falaram sobre o tema.


Jair Bolsonaro, o presidente da República, sempre pronto a tuitar pelos cotovelos, nada disse até as 13h10 de hoje, cerca de três horas depois da notícia vir à tona.

TRAGÉDIAS — O ataque desta quarta-feira, 13, na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, se soma a uma triste e longa lista de massacres em colégios, no Brasil e fora. Em abril de 2011, um ex-aluno matou doze crianças na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. O criminoso se matou depois de ser baleado pela polícia. Em outro caso célebre, dois atiradores – assim como no caso de Suzano – abriram fogo na escola de Columbine, no Colorado, matando treze pessoas e cometendo suicídio depois, em uma das muitas chacinas que ocorreram em colégios americanos.



CURTA/SIGA/ACOMPANHE-NOS

Ainda não há comentários, seja o primeiro.