Mais três presos ganham liberdade na Operação Pedágio deflagrada em Ji-Paraná

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O QUARTEL-GENERAL DA POLÍCIA FEDERAL EM JI-PARANÁ

A operação Pedágio, deflagrada em Ji-Paraná para investigar supostos desvios de dinheiro em licitações na Prefeitura de Ji-Paraná, liberou nesta terça-feira (12) mais três indivíduos detidos por conta das investigações.

Eles são: Jair Eugênio Marinho, ex-secretário Municipal de Administração; Renato Camilo, da CRV Construtora; e Antônio José Furhmann, da Fuhrmann & Cia. Com isso, estão ainda detidos, mas podendo ser liberados a qualquer momento, o empresário Adãozinho; Nilton Leandro Motta dos Santos, ex-secretário Municipal de Administração; e o ex-vereador, Valmir Xavier da Silva.

Dos dez presos nesta operação da Polícia Federal, sete já foram soltos, mediante fiança ou por terem impetrado habeas corpus por meio de seus advogados.


No início do mês já tinham saído da prisão, depois de pagarem fiança, o ex-secretário regional de governo, Nilton César Rios, e o diretor municipal de licitações, Jackson Júnior de Souza. Na semana passada também deixaram a carceragem da PF Anibal Severino da Silva, da WGS Construções, e Valentim Camilo, da CRV Construtora.

RECORDE O CASO — Em novembro o juiz Marcelo Elias Vieira, da 2ª Vara Federal expediu mandatos de prisão preventiva contra 10 pessoas acusadas de envolvimento em processos fraudulentos nas licitações da prefeitura ji-paranaense. Eles eram investigados por formação de organização criminosa, concussão, corrupção e lavagem de capitais e, por força da ação policial, recolhidos à carceragem local da PF. Segundo a PF, muitos empresários eram pressionados a pagar propina para vencer licitações e receber pagamentos dos contratos com a Prefeitura de Ji-Paraná. Há suspeita ainda que havia acerto entre eles para ganharem as licitações.

Além dos mandados  de prisão foram cumpridos pela polícia 14 autos de busca, o que resultou na apreensão de 16 veículos, R$ 10 mil e até uma além porção de maconha. Em outra operação da Operação Pedágio um avião monomotor também foi confiscado.

Estas buscas aconteceram em quatro empresas, na residências dos acusados, na Secretaria Municipal de Administração, na Comissão de Licitação da Prefeitura de Ji-Paraná e ainda no aeroporto José Coleto.



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