Líder do PCC foge no mesmo dia em que consegue benefício para tratar câncer

0
12

Felipe Batista Ribeiro, de 32 anos, mais conhecido como “Anjinho”, líder da facção PCC, fugiu da prisão domiciliar no mesmo dia em que ganhou o benefício, no último dia 19 de agosto. A fuga dele só foi divulgada na tarde desta sexta-feira (28).

Anjinho já ficou em presídio federal por ser de alta periculosidade e foi diagnosticado com um câncer no cérebro. Ele ganhou da Justiça o direito de ficar em prisão domiciliar para tratamento de saúde. Ele cumpria condenação de 21 anos de prisão no regime fechado por latrocínio, tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap), informou que já comunicou a ocorrência à Justiça.

Histórico de fuga e crimes

No ano passado, o criminoso já havia fugido do após sair do presídio para se tratar de um câncer na cabeça, mas logo foi recapturado. Segundo a polícia, mesmo doente, o bandido atuava no tráfico de drogas do Centro de Manaus e em áreas do bairro Compensa.

“Ele tem um tumor no cérebro e sempre usa a doença para conseguir a liberdade. Mas mesmo com o câncer, ele estava liderando uma facção em todo o Amazonas”, explicou o delegado Marcelo Martins, titular do 24º DIP.


Além de atuar no tráfico de drogas, ‘Anjinho’ também é envolvido em vários homicídios. Ele também é suspeito de participar de 10 homicídios em Manaus e é apontado como um dos líderes do massacre nos presídios do Amazonas, nos dias 26 e 27 de maio de 2019, que resultou na morte de 55 internos.

De acordo com a polícia, “Anjinho” é filho do traficante Sebastião Ribeiro Marinho Filho, o “Velho Sabá”, de 53 anos, que foi morto durante o massacre no Complexo Penitenciário Anísio Jombim (Compaj), ocorrido no dia 1º de janeiro de 2017, quando morreram outros 56 detentos.



CURTA/SIGA/ACOMPANHE-NOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here