Laerte Gomes pede que PF esclareça caso das fake news envolvendo chefe da Casa Civil

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Por Sérgio Pires

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Laerte Gomes, falou nessa segunda-feira (5) à tarde, pela primeira vez, publicamente, sobre o episódio da fake news, divulgada  nas redes sociais, em que o chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, teria atacado deputados estaduais.

A conversa certamente foi mesmo forjada, através de um desses aplicativos em que, qualquer pessoa que conheça um pouco sobre computadores e internet, tem condições de criar um diálogo falso. Mesmo assim, Laerte foi comedido. Disse que espera que tudo mesmo seja falso, que o diálogo não tenha existido, mas que tudo fique comprovado nas investigações que a polícia está realizando.

“Não tenho como afirmar definitivamente nada, ainda, antes que as investigações sejam concluídas”, disse ele. Contou que falou longamente com o governador Marcos Rocha, ainda  na sexta à noite, pelo próprio watts app, quando a história estourou. Rocha disse que tem convicção de que o diálogo divulgado foi inventado, ou seja, uma fake news e que estava certo que as investigações comprovariam  que seu Chefe da Casa Civil jamais teria feito declarações como aquelas.

No contato com jornalistas, Laerte começou falando das prioridades do segundo semestre. Mas em seguida teve que responder às perguntas sobre o tema que todos queriam falar: o caso dos diálogos fakes. Era o grande assunto da semana. Ele e alguns deputados, aliás, estavam aguardando uma nota oficial do Palácio, desmentindo a história. Pelos lados do Parlamento, o que se ouviu (inclusive do próprio Presidente) é que  que notas publicadas em redes sociais não são suficientes para deixar clara a posição do Governo, sobre o episódio.



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