Jornalista se machuca ao cair em obra da Caerd e processará empresa

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Na noite desta última terça-feira (24), por volta das 22h, quando voltava para sua casa, seguindo pela rua Transcontinental, marginal direita da BR-364, no Primeiro Distrito de Ji-Paraná, o jornalista e editor do  caderno de Cidades do Jornal Diário da Amazônia, Etiene Gonçalves, acabou caindo com sua motocicleta em buraco que foi aberto pela Caerd, que recentemente realizou um serviço de conserto de uma adutora no local.

Ao cair, o jornalista sofreu diversas escoriações em várias partes do corpo. “Eu não tenho habito de passar por aquela via, por tanto, não sabia da existência desse buraco. Como não havia nenhum tipo de sinalização prévia, o acidente acabou acontecendo. Eu estava voltando de um jantar que tive com uma amiga. Eu decidi passar por ali para encurtar caminho. Eu não estava correndo, até porque eu não tinha pressa nenhuma, pois estava voltando para casa”, narrou. Devido às machucaduras, Etiene terá de ficar pelo menos 20 dias afastado do trabalho. “Como eu me feri em partes do corpo onde o médico não pode dar pontos, terei de permanecer em posições desconfortáveis para a situação não se agravar. Já pedi a um amigo para fotografar o local e, assim que possível, vou acionar a Caerd via judicial, pois eles precisam saber que atitudes irresponsáveis como esta, que podem ocasionar até mesmo na morte das pessoas, tem consequências”, anunciou.

Caerd — Em relação ao caso do buraco que permanece aberto  na região e em sem sinalização, a superintendente regional da Caerd, Elizabete dos Santos, disse que na manhã desta quarta-feira (25), pediu para que um dos servidores da autarquia procurasse a Delegacia de Polícia para que registrasse um Boletinho do Ocorrência relatando que as pessoas estão removendo as sinalizações que são colocadas no lugar o que tem ocasionado os acidentes. “Só nesses últimos oito dias, nós colocamos um cavalete de sinalização no local por três vezes, pois as pessoas passam pelo local e as remove. O nosso último cavalete deixado no local foi todo quebrado”, explicou a superintendente.

Elizabete disse que o buraco foi apenas tampado com terra, e que as Caerd está aguardando a chuva dar uma trégua para que a massa asfáltica possa ser recolocada, tornando a trafegabilidade segura novamente. “Enquanto isso não acontece, nós pedimos a colaboração das pessoas para que não faça a retirada dos cavaletes de sinalizações, pois assim como esse jovem se feriu muitas outras pessoas também podem vir a ser vítimas. Infelizmente, essa situação de fazer a retirada indevida das sinalizações não tem acontecido só naquele local. Estamos com um outro buraco aberto na Avenida Clóvis Arraes, também no Primeiro Distrito, que quase todas as noite as pessoas passam pelo local e tiram os cavaletes e os colocam em cima da calçada”, pediu a superintendente.



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