De acordo com a projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de tambaqui, pirarucu, jatuarana e pintado, em 2017, deve alcançar as 90 mil toneladas em Rondônia, configurando-se como o maior produtor nacional de pescado em água doce. Em 2015, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o consumo per capita de carne de peixe no Brasil foi de 9,5 quilo/ano. De outra parte o Ministério da Agricultura apresenta um consumo médio de 14,4 quilos por pessoa/ano.

De uma maneira ou de outra, esse cenário é altamente favorável à expansão da piscicultura em Rondônia, por suas características naturais para a produção de peixes em cativeiro, principalmente tambaqui e pirarucu que nos últimos tempos vem conquistando espaços importantes no mercado interno e externo. Na mesma linha de raciocínio da FAO e do Ministério da Agricultura, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo de peixe seja de 12 quilos/ano per capita.

Nas grandes redes de supermercados do eixo, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro, o pescado rondoniense beneficiado e industrializado pelo frigorífico Zaltana de Ariquemes podem ser encontrados o tambaqui em postas, bandas, costelinhas e ventrechas. Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, o nosso tambaqui disputa espaço com o pacu pantaneiro.

Projeções oficiais apontam que até 2025 a produção de pescado no Brasil vai crescer 100%, será o maior crescimento das Américas. Rondônia, que em 2013 produziu 20.835 toneladas, em 2014, saltou para 74.405 e 2015 para 84.491, conforme atesta o IBGE, caminha no rumo certo para abocanhar um pedaço satisfatório no mercado de pescado.



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