Hepatite: Prefeitura de Ji-Paraná fará mutirão de informação e de testes rápidos nesta 5ª e 6ª feira

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No próximo domingo (28) é o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais. Para alertar a população contra a doença, a Secretaria Municipal da Saúde (Semusa) vai promover uma série de atividades importantes nesta quinta (26) e sexta-feira (27).

Na quinta ocorrerá um pit stop para distribuição de folhetos explicativos  na Av. Marechal Rondon, em frente ao Supermercado Gonçalves, das 7 da manhã às 17 horas.

Já na sexta o Serviço de Atendimento Especializado (SAE) realiza um plantão de testes rápidos, das 7 às 17 horas em sua sede que fica na rua Porto Velho, 2.307 (em frente ao colégio José Francisco) 

“O teste consiste em coleta de sangue e a gente já faz uma verificação para três doenças: hepatite, HIV e sífilis. O resultado sai em 20 minutos e caso dê positivo para alguma doença, a pessoa é encaminhada na mesma hora para atendimento com a equipe multidisciplinar do SAE para dar início ao tratamento”, informou ao Repórter RO a assistente social e diretora do SAE, Poliana Borchardt.

A exemplo de outros meses “coloridos”, julho também é chamado de “Julho Amarelo”, porque é a cor que geralmente a pessoa apresenta quando contrai e passa a desenvolver a hepatite.


DOENÇA  GRAVE – A hepatite é uma infecção grave do fígado, um dos maiores e mais sensíveis órgãos do corpo humano. Esta doença pode ser classificada em A, B e C e cada uma delas é provocada por um tipo de vírus e tem diferentes formas de prevenção e tratamento. Apesar da seriedade do problema, ele pode ser tratado  desde que adequadamente e com toda a orientação médica.

A hepatite A costuma ser transmitida por meio de água e alimentos contaminados. Já as hepatites B e C são transmitidas por contato sexual sem proteção e no compartilhamento de seringas, agulhas ou qualquer outro objeto cortante e perfurante, como alicates de unha. 

A Prefeitura de Ji-Paraná atende atualmente 2.000 pacientes com hepatite de 17 municípios da Região Central de Rondônia. A eles são oferecidos acompanhamento médico, equipe multidisciplinar e medicamentos. Em casos graves, a pessoa precisa é encaminhada para o Centro de Medicina Tropical em Porto Velho.

A seguir veja com atenção o infográfico sobre esta ameaça silenciosa:



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