O clássico Brasil x Argentina pode ser traduzido por jogo da pressão, independentemente da situação das equipes no momento em que ocorre o confronto. Mas esta semifinal de Copa América, no Mineirão, potencializa a palavra sobre as duas equipes.

No Brasil, Tite tenta encaminhar sua primeira final e evitar qualquer possibilidade de crise que questione seu cargo. Entre os argentinos é mais uma chance de que um dos grandes nomes da história, Lionel Messi, conquiste uma taça com a camisa da seleção. Nova derrota poderia até encurtar a trajetória do camisa 10 na Argentina, algo que dá calafrios nos “hermanos”.

O Presidente da CBF eleito em 2018 e que tomou posse em abril, Rogério Caboclo já garantiu que Tite fica, não importa o que aconteça na Copa América — nos bastidores da confederação é uma certeza muito mais por falta de opções para uma troca do que por convicção de que o trabalho é insubstituível.

A chegada até a semifinal aliviou uma pressão que se daria em caso de eliminação mais precoce, mas há preocupação em perder do maior rival e como será a repercussão.



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