A coluna de Sérgio Pires, no site Rondôniadinâmica informa que das primeiras providências a serem tomadas por Marcos Rocha em seu mandato será enfrentar a situação da superlotação de pacientes nos hospitais público de Rondônia. Para tanto, ele e o secretário estadual da Saúde, Fernando Máximo, já agendaram reunião com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em Brasília para tratar, não apenas desta questão da superlotação, mas também da necessidade urgente de nova liberação de recursos para a construção do hospital Heuro.

“Haverá uma espécie de blitz da dupla que assume num dia e já sai correndo no outro, em busca de alternativas para ao menos diminuir a pressão e o caos sobre o Joao Paulo II”, diz o colunista em seu texto.

Na coluna, ele segue argumentando que, “a curtíssimo prazo, há  que se encontrar algum local, um prédio apropriado (ou até mais de um), para mais extensões hospitalares, enquanto não se resolve a questão do Heuro, uma obra que foi prejudicada de todas as formas possíveis pelo complexo e burocrático sistema dos órgãos de fiscalização e que está atrasada há pelo cinco anos.

Ou seja, nesse tempo todo, foi mais importante se impedir a construção do hospital para 250 leitos do que salvar inúmeras vidas que poderiam ter sido salvas. Mas agora, não adianta chorar em cima dos erros tenebrosos e tem que se olhar o futuro. Marcos Rocha e Fernando Máximo vão em busca de 85 milhões de reais para o Heuro (já que os 70 milhões que haviam disponíveis, voltaram  aos cofres da União) e, certamente, em busca de um milagre para a questão da superlotação hospitalar em Rondônia”.



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