O SECRETÁRIO ESTADUAL FERNANDO MÁXIMO EM SUA COLETIVA, NESTA QUINTA-FEIRA (4)

O estado de Rondônia registrou 745 novos casos de Coronavírus em 24 horas e chegou a 6.459 vítimas infectadas, segundo informou o secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, durante coletiva na tarde desta quinta-feira (4), em Porto Velho. Mais 14 óbitos foram contabilizados, elevando o número de mortos para 194.

De acordo com o secretário, dos casos confirmados de Covid-19, 232 são oriundos dos testes rápidos em massa, que começaram a ser realizados na última quarta-feira (3) e segue até a próxima terça-feira (9). No total, foram realizados 2.052 testes, sendo que 1.820 apresentaram resultado negativo, até o momento.

Ainda de acordo com o secretário, durante a triagem, estão sendo preenchidos os pré-requisitos para saber se a pessoa está apta a realizar o teste rápido. “Todos precisam estar apresentando síndrome gripal há mais de sete dias”, explicou.

Nesta quinta-feira, mais 197 pacientes foram curados da doença, subindo para 2.797 o número de pessoas curadas em todo o Estado. No total, 20.290 testes foram realizados. O número de internados subiu para 350, sendo que 229 estão na rede pública estadual.

100% DE OCUPAÇÃO NA REDE PRIVADA — Fernando Máximo explicou que as UTIs do Cemetron, Samar, Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro e Hospital Regional de Cacoal, estão 100% ocupadas. O secretário disse ainda, que a taxa de ocupação de leitos de UTI da AMI, chegou a 94,4%, do Hospital João Paulo II, 75% e do Hospital de Amor, 75%.


Durante a coletiva, o coordenador da comissão Covid-19 do Hospital 9 de julho, Rafael Horácio, e o presidente do Hospital Unimed de Porto Velho, Robson Jorge Bezerra, informaram que todos os dois hospitais estão no limite da sua capacidade.

No Hospital 9 de julho, não há mais vagas de leitos de UTI, segundo informou o coordenador. A mesma situação se repede na Unimed, onde a capacidade de leitos de UTI aumentou duas vezes mais, segundo Robson Jorge Bezerra.

O presidente do sindicato dos estabelecimentos de saúde privado de Rondônia, Rafael Augusto, enfatizou que hoje os hospitais privados de Porto Velho não tem mais capacidade de dar assistência em UTI para quem precisar. “Chegamos à nossa capacidade máxima. O problema não é somente com a falta de respirador, mas também com a falta de insumos que também é necessário. Precisamos nos cuidar nesse momento”, finalizou.



CURTA/SIGA/ACOMPANHE-NOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here