Governador garante usar ‘‘força necessária’’ contra brutal assassinato de militares

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O trio de coronéis da Polícia Militar (PM/RO) Marcos Rocha (governador), Plínio Sérgio Cavalcanti (subcomandante-geral da PM/RO) e José Hélio Cysneiros Pachá (secretário de Segurança) se pronunciou após a barbárie em propriedade particular ocorrida em Mutum-Paraná. Todos declararam que o grupo armado utiliza técnicas de guerrilha e não confirmaram a ligação dos suspeitos a movimento de reivindicação social.

No sábado (3) o tenente Figueiredo Sobrinho foi torturado e executado com dez tiros no peito e no rosto por grupo considerado milícia de terra, de acordo com testemunhas.

“Foram dar o ‘bacu’ no carro, encontraram o documento do tenente [Figueiredo] e descobriram que ele era militar. A gente estava na estrada todo mundo nu, apanhando, sangrando. Aí mandaram Figueiredo levantar. Levaram ele para o outro lado da estrada e na nossa frente, cinco metros longe de nós… deram 10 tiros nele no rosto e no peito. Aí atearam fogo no carro com tudo que tudo dentro“, lembra uma das pessoas que presenciaram o ato de crueldade.

Policiais que se deslocaram à fazenda para retirar o corpo do colega também sofreram uma emboscada. O governador Marcos Rocha informou que “as pessoas que cometeram os crimes são treinadas e possuem tecnologia, armamento pesado. Não somente a Polícia Militar, mas toda a Secretaria de Segurança estão juntas atuando de forma a conter esses criminosos”.

A ocorrência teve destaque nacional nos principais telejornais das grandes redes de televisão neste domingo (5).




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