Em nota divulgada na noite desta segunda-feira (27), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) admitiu que, se provada a fraude no concurso da Assembleia Legislativa, pode até mesmo aplicar uma nova prova para o cargo de Consultor Legislativo, na especialidade Assessoramento Legislativo. No domingo, uma candidata do Acre foi flagrada com dois celulares, acabou presa, mas houve questionamento sobre a fiscalização, que deixou a mulher entrar com os aparelhos.

Na nota, a FGV diz que peritos estão realizando pericias no equipamento apreendido e que realizará cruzamentos de dados “estatísticos, utilizando base de erros e acertos na totalidade das provas aplicadas para aquele cargo”. 

Confira a nota da Fundação Getúlio Vargas:

No último domingo, dia 26 de agosto, foi identificada uma possível tentativa de fraude durante a aplicação das provas para o cargo de Consultor Legislativo, Especialidade Assessoramento Legislativo, do concurso para a Assembleia Legislativa de Rondônia. 

Diante da provável tentativa de uso de um aparelho celular por uma candidata, possivelmente motivada a fraudar o certame, foram adotados os procedimentos de praxe, acionando-se as autoridades policiais para tomarem as medidas necessárias.


O aparelho apreendido está sendo periciado pelas autoridades, e a FGV promoverá cruzamentos de dados estatísticos, utilizando base de erros e acertos na totalidade das provas aplicadas para aquele cargo.

Até o presente momento, não foi identificado sucesso na tentativa de fraude, tratando-se de um caso isolado, e a área de inteligência e segurança de dados da FGV está trabalhando para garantir 100% de segurança. 

Havendo qualquer dúvida, a FGV adotará as medidas necessárias, inclusive com a reaplicação da prova para o cargo de Consultor Legislativo, Especialidade Assessoramento Legislativo, se for o caso.

Coordenação de Concursos e Exames Fundação Getúlio Vargas



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