Funcionários do Gonçalves ainda não sabem quando receberão verbas indenizatórias

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Era julho de 2019 quando uma sentença de falência da Justiça Estadual de Rondônia marcou o fim de uma das maiores redes de supermercados do estado. Com a ruína do império varejista, começou o drama de mais de 1 mil funcionários do Supermercado Gonçalves, que ficaram sem saber quando receberiam salários atrasados e direitos trabalhistas.

Três anos antes da falência, em junho de 2016, a empresa entrou com um pedido de recuperação judicial na 6ª Vara Cível de Porto Velho. O objetivo era “viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira”.

Ao pedir a recuperação na Justiça, o Gonçalves culpou a queda de faturamento decorrente da crise macroeconômica brasileira pós-eleições de 2014, alavancagem junto a bancos e elevadas taxas de juros, elevação dos custos financeiros, redução de margens de lucro no segmento, cortes de linhas de crédito, aumento dos custos, queda da renda per-capta na cidade de Porto Velho, aumento da concorrência na região e investimentos frustrados pela “ressaca pós-usinas do madeira”.

Segundo o pedido protocolado na Justiça, no início da década o grupo realizou investimentos milionários na melhoria da estrutura das lojas, inauguração de um empório e na construção de uma indústria, entretanto os investimentos foram frustrados pelo cenário econômico de retração.



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