Estoque de EPIs está regular nas unidades hospitalares do estado, garante Governo

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O Governo de Rondônia tem estoques de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que garantem a entrega regular para profissionais de saúde em todas as unidades hospitalares, foi o que informou na segunda-feira (11) a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau)

“Mesmo com o aumento da utilização desses EPIs devido à Covid-19, as unidades hospitalares da rede estadual não registram falta dos equipamentos necessários até o momento”, explica o titular da Sesau, Fernando Máximo, que reitera que a gestão tem feito a distribuição de forma racional devido à dificuldade de comprar tais materiais.

“Ontem (11) mesmo recebemos mais equipamentos, são máscaras, luvas, aventais descartáveis e insumos. Essa é a sétima remessa em menos de dois meses. Fizemos compras antecipadas, ainda em fevereiro, no dia 25 de março recebemos a primeira remessa e, de lá para cá, toda semana chegam equipamentos”, explicou o secretário.

A utilização dos EPIs nas unidades de atendimento acontece de acordo com o protocolo do Ministério da Saúde, conforme nota técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Nº 04 de 2020, atualizada em 31 de março de 2020, que orienta o uso desses equipamentos para serviços de saúde.

Além das compras feitas pela Sesau, o Ministério da Saúde (MS) também tem enviado equipamento de proteção individual para o Estado, porém, por determinação do governador coronel Marcos Rocha, esses EPIs foram enviados para os 52 municípios para proteger profissionais de saúde no combate ao novo coronavírus.


PROTETORES FACIAIS E ÓCULOS DE PROTEÇÃO

Os óculos de proteção são de uso exclusivo de cada profissional, sendo, assim, reutilizáveis após a desinfecção com álcool líquido 70% (quando o material for compatível), hipoclorito de sódio ou outro desinfetante, conforme normativa da Anvisa.

Já os protetores faciais, após a utilização, são devolvidos à Central de Distribuição de EPIs da respectiva unidade e passam por um processo rigoroso de limpeza e desinfecção.

MÁSCARAS N95/PFF2

Ao todo 100 mil máscaras N95/PFF2 foram entregues. Devido a alta demanda do material por causa da pandemia, as máscaras de proteção respiratória (N95/PFF2 ou equivalente) poderão, excepcionalmente, serem usadas por período ou número de vezes maior do que o previsto pelo fabricante, desde que sejam utilizadas pelo mesmo profissional e que sejam seguidas, minimamente, as recomendações abaixo:

▪ Com objetivo de minimizar a contaminação da máscara N95/PFF2 ou equivalente, se houver disponibilidade, o profissional de saúde deve utilizar um protetor facial (face shield), pois este equipamento protegerá a máscara de contato com as gotículas expelidas pelo paciente.

▪ O serviço de saúde deve definir um protocolo para orientar os profissionais de saúde, minimamente, sobre o uso, retirada, acondicionamento, avaliação da integridade, tempo de uso e critérios para descarte das máscaras N95/PFF2 ou equivalente. Este Protocolo deve ser definido pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), em conjunto com as equipes das unidades assistenciais.



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