Equipes de buscas não encontram barco ou corpos de desaparecidos no Rio Madeira

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Equipes do Corpo de Bombeiros e da Marinha do Brasil em Porto Velho, continuam buscas no Rio Madeira nesta quinta-feira (12), na tentativa de localizar o cinegrafista da Rede Amazônica Clebson Ribeiro da Cunha (foto), a irmã dele Cleidiane Ribeiro da Cunha, e um sitiante. Eles desapareceram na última sexta-feira (6), quando tentavam cruzar o rio. As buscas devem durar até o final da sexta-feira (13).

Continuam sendo feitas, buscas fluviais com apoio de homens da Marinha e uma aeronave também prestou auxílio no início dos trabalhos. O barco e os objetos das vítimas, não ainda foram encontrados.

Testemunhas relataram para o Corpo de Bombeiros, que chegaram a ver a embarcação com as três pessoas cruzando o rio, mas logo depois não viram mais o barco, que possivelmente pode ter virado. No momento do acidente, chovia forte e ventava bastante.

O capitão Mário Vergotti, explicou que existem algumas dificuldades enfrentadas pelos militares durante as buscas como a área onde estão sendo realizadas os trabalhos, que é muito extensa, água muito turva, o leito do rio possui vário fossos, madeiras descendo de forma ininterrupta, galhadas de árvores, e a área onde teria ocorrido o naufrágio possui grande profundidade.

Com o encerramento das buscas, e a não localização dos desaparecidos, o procedimento de praxe é que a família abra um processo judicial de declaração de morte presumida, conforme preconiza o Código Civil.



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