Construído em 1975, o Cemitério Santo Antônio, um dos mais antigos e o maior em atividade no estado de Rondônia, atingiu a sua capacidade no último final de semana. Nos 250 mil metros quadrados de extensão estão 95 mil sepulturas.

Algumas são de pioneiros da região e famílias tradicionais da cidade de Porto Velho. Mas o local foi parcialmente fechado, na manhã desta segunda-feira, (5). A área destinada a vítimas da covid-19 e demais enterros alcançou a lotação total e por isso, os novos sepultamentos por esta doença, passaram a ser feitos em cemitério particular, contratado pela Prefeitura de Porto Velho.

João Batista, de 58 anos, residente desde 1986 na Estrada Santo Antônio, que passa em frente ao cemitério, confirma a movimentação incomum no local: “Tem dia que é feito 10 enterro [sic] em menos de duas hora [sic]. Aumentou demais os enterros aqui este ano  [sic]”.

Localizado à margem leste do Rio Madeira e a 450 metros da Capela de Santo Antônio, o cemitério abriga os jazigos de importantes personagens locais, como o do jornalista Euro Tourinho, proprietário do extinto jornal Alto Madeira e de seu irmão Luiz Tourinho, jornalista, advogado e ex-presidente da Federação dos Comércios de Rondônia. São pioneiros que ajudaram a construir a identidade cultural de Porto Velho.

Lá também está o jazigo de José Camacho Filho, o Camachinho, conhecido por presidir o Clube Botafogo, que promovia eventos, como os grandes bailes de carnaval, na cidade.




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