Desembargador de comportamento imbecil tem histórico de abuso de autoridade

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O flagrante de falta de decoro e respeito não é uma exceção no comportamento do desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira. Ele possui um histórico de abusos de autoridade, segundo informações do site jurídico ConJur .

O magistrado protagonizou uma cena que, provavelmente, vai marcar sua vida e que viralizará ainda mais nas redes sociais, ao desrespeitar a lei que deveria defender e ao humilhar um agente que, sem saber de quem se tratava, tentava cumprir o seu papel.

A desembargadora Maria Lúcia Pizzoti, que foi colega de Siqueira durante o período em que ela atuava como juíza substituta e ele era juiz titular em Santos, conta: “Ele é uma figura desprezível. Ele é o tipo de pessoa que teve ‘bola dividida’ com muita gente. É importante falar sobre o comportamento dele porque a sociedade não tolera mais essas coisas. Hoje em dia tudo é filmado e gravado. Ele, infelizmente, fez muita coisa que não foi filmada e nem gravada”. 

Outro episódio destacado pela desembargadora foi a quebra de uma cancela de pedágio de Santos para São Paulo. Sem paciência para esperar, o desembargador Eduardo Siqueira mandou o motorista do carro passar por cima da cancela, destruindo-a. Na época, Maria Lúcia fez uma representação contra ele, mas o caso foi arquivado. “Acredito que se houvesse uma postura firme do tribunal anteriormente ele não chegaria nesse ponto de destratar o guarda e sujar a praia”, aponta a magistrada.

O caso de desrespeito frente ao guarda municipal de Santos será agora apurado pelo Conselho Nacional de Justiça e o entendimento preliminar é que deverá haver uma punição exemplar para o caso.


PREPOTÊNCIA — No vídeo registrado na praia em Santos, Siqueira humilhou um agente da Guarda Civil em vários momentos de sua conversa, exerceu tráfico de influência ao ligar para outra autoridade e ainda sujou a praia quando rasgou a multa e a jogou no chão. O fiscal decidiu abordá-lo porque ele estava fazendo caminhada sem máscara, comportamento proibido por um decreto municipal da prefeitura de Santos. Em dado momento de sua arrogância, o desembargador perguntou ao fiscal se ele sabia com quem estava falando.

Em outro instante, ele telefonou para o secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel, pedindo para que ele falasse com o guarda municipal, que se recusou. Nas imagens, o magistrado ainda destrói a multa e a arremessa no chão. 

Reveja o vídeo da “carteirada” deste desembargador e do péssimo exemplo que deu ao Brasil:



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