O delegado titular da Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) em Ji-Paraná, Derly Gouveia, juntamente com o delegado Júlio César Rios, também da Unisp, concedeu entrevista coletiva à Imprensa hoje pela manhã para explicar como se deu a prisão do proprietário do Posto Amaral, por volta das 8h30 da manhã desta quinta-feira (23).

Os delegados  explicaram que, depois de recebida a denúncia de dois clientes, foram com as viaturas oficiais até o estabelecimento e apuraram, pelo exame das planilhas, que o estabelecimento estavam comercializando a gasolina por R$ 5,999. A situação se agravou para o dono do posto porque o preço na bomba tinha sido adulterado para R$ 5,099 nas bombas, o que configurou fraude. Depois desta ação o preço voltou a R$ 4,850 e a venda ao público foi retomada.

O dono do posto recebeu voz de prisão e foi obrigado coercitivamente  a comparecer à Unisp para prestar esclarecimento sobre crime contra a economia popular, previsto na Lei 11.521. Se considerado culpado poderá receber pena de dois ano de reclusão. O delegado Derly Gouveia acrescentou aos jornalistas que precisará fazer um informe à Agência Nacional de Petróleo, que poderá toma aplicar multas ao posto de combustível.

O dr. Júlio fez ainda um alerta a outros postos: “Estaremos antenados para este crime. Qualquer denúncia que chegar a nossa delegacia, iremos em bloco  para verificar se algum abuso está sendo de fato cometido. Se estiver, adotaremos com rigor as mesmas medidas”

Ouça, a seguir a entrevista na integra dos dois delegados na entrevista coletiva para a imprensa, concedida por volta das 11 horas da manhã, na sede da Unisp, hoje (24) pela manhã:




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