O desaparecimento ocorreu em novembro de 2016, durante uma tentativa de travessia ilegal aos Estados Unidos (EUA). Entre os desaparecidos estão três moradores de Rondônia, dos municípios de Jaru, Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste.

Conforme o legislativo federal, o Itamaraty ficará responsável por enviar o documento ao Governo das Bahamas e cobrar agilidade no procedimento. Segundo a Câmara, uma comissão externa destinada a acompanhar os trabalhos de investigação composta por seis deputados foi instaurada.

Durante as reuniões da comissão foi solicitado que todos os familiares dos desaparecidos se deslocassem até a Câmara dos Deputados no final de abril, para prestar depoimentos sobre tudo o que possuem de conhecimento a respeito da travessia.

Outro encaminhamento da comissão será a presença do delegado da Polícia Federal (PF) de Ji-Paraná, responsável pela Operação Piratas do Caribe, Raphael Baggio, e uma agente da PF para também relatarem sobre o que sabem sobre o caso no dia 18 de abril.


De acordo com o secretário da comissão, Carlos Alberto Teodoro Carvalho, nenhuma autoridade brasileira foi até as Bahamas, para onde também será enviado um pedido de celeridade, até o momento para acompanhar como estaria o processo de investigação do desaparecimento dos brasileiros e saber o motivo da demora.

ALMIR VITAL, UM DOS DESAPARECIDOS, MORAVA EM JARU (Foto: José Humberto Vital/Arquivo pessoal)

Desaparecimento — No início deste ano, o programa Fantástico, da Rede Globo, mostrou a história do  desaparecimento de 12 brasileiros que foram até Nassau, capital das Bahamas e, de lá, partiram para a travessia. Eles embarcaram com dois barqueiros cubanos, cinco dominicanos e dois norte-americanos e saíram em direção a Miami, nos Estados Unidos, no dia 6 de novembro e, desde então, não houve mais informações sobre o paradeiro de todos.



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