Em reunião nesta quarta-feira (4) o governador de Rondônia, Daniel Pereira, reuniu-se no Supremo Tribunal Federal (STF) com o juiz Ricardo Rachid de Olivieira e com representantes da Advocacia Geral da União (AGU) e Secretaria do Tesouro Nacional (STN). A pauta foi o parcelamento dos R$ 126 milhões referentes ao período que esteve suspenso liminarmente o pagamento da dívida do extinto Banco do Estado de Rondônia (Beron).

O procurador-geral do Estado de Rondônia , Juraci Jorge da Silva, iniciou a reunião com a explicação do saldo que é atribuído ao Estado por conta do acordo celebrado no mês de agosto com a União . Ele descreveu a liminar que fora concedida à Rondônia suspendendo o desconto mensal do pagamento da dívida do Beron no período das enchentes do Rio Madeira em 2014. No acordo assinado, a União sustentava que os recursos que não foram pagos da dívida no período fossem liquidados em uma só parcela.

Em seguida os técnicos da STN apresentaram os números do Produto Interno Bruto (PIB) de Rondônia e a capacidade de endividamento que o Estado detêm. Imediatamento o governador Daniel Pereira esclareceu que, embora o Estado esteja dentro do limite prudencial de gastos, o pagamento integral requerido pelo governo federal deixaria o estado sem possibilidade de executar ações sociais e cumprir compromissos. “Queremos deixar claro aos senhores que, quando solicitamos a suspensão do pagamento em 2014, foi por conta de uma situação calamitosa que até hoje pagamos o preço e o governo federal não colocou um centavo no Estado para ajudar”, asseverou.

Veja matéria da SIC TV sobre o assunto a seguir:




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