Por Montezuma Cruz/Secom

Muito antes de ser Costa Marques, cujo 38º aniversário de instalação do município foi lembrado nesta segunda-feira,1º de fevereiro, a prata boliviana era a moeda corrente na fronteira brasileira com a Bolívia. A data faz parte do calendário de feriados municipais da Casa Civil do Governo do Estado de Rondônia. Só se falava português no barracão de Balbino Antunes Maciel, ou melhor, em sua própria família, porque os próprios empregados só se entendiam em castelhano.

Barracas ou barracões, alguns assobradados, eram moradias dos seringalistas da época. Salas de visitas tinham paredes forradas de chita e eram regularmente mobiliadas, não faltando retratos, grandes espelhos e relógios.

O município instalado em 1983 tem atualmente cinco mil habitantes, fica distante 708 quilômetros de Porto Velho, e homenageia o lendário político Manoel Esperidão da Costa Marques. Nascido em Poconé (Pantanal mato-grossense), ele era um homem estudioso do Vale do Guaporé, onde identificou rios, córregos, ilhas e população nos lados brasileiro e boliviano.

Diversos aspectos da história desse município e da região fronteiriça no Guaporé estariam perdidos nos escaninhos da história, não fosse o estudo (incluindo diários de viagens) que já faz parte do Acervo Digital da Câmara dos Deputados, em Brasília, cujo original a Superintendência Estadual de Comunicação (Secom) acessou esta semana..




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