Cooperativa de Castanha Indígana precisa de caminhão para transporte da matéria-prima

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Apesar da pandemia que prejudicou muito o seu funcionamento, a Cooperativa de Castanha Indígena (Coocasin) de Ji-Paraná está conseguindo beneficiar mais de 100 toneladas do produto, anualmente. A coleta, sempre, acontece entre os meses de dezembro e março e, após preparada, é comercializada fora de Rondônia.

Para o presidente da entidade, João Paulo, a maior dificuldade é a falta de um veículo próprio para o transporte das aldeias indígenas até a sua indústria, em Ji-Paraná. Como a entidade ainda não tem um veículo próprio para realizar esse serviço, a cooperativa precisa pagar pelo serviço. “Infelizmente, o nosso rendimento ainda não é suficiente para comprar um caminhão. Se a gente tivesse esse veículo, o valor economizado seria usado para melhorar o rendimento dos nossos cooperados”, lamentou.

FUNDADA HÁ TRÊS ANOS, a instituição conta com 20 cooperados e 270 pessoas trabalhando na coleta da castanha nas aldeias indígenas nos meses de dezembro a março. “O produto é vendido para as distribuidoras de alimentos de Santa Catarina e Goiás”, afirmou. O valor arrecadado nas vendas é usado para pagar funcionários e a manutenção da cooperativa.

Atualmente, a Coocasin mantém duas parcerias: a Secretaria Municipal de Agricultura e Pecuária (Semagri), que doa cestas básicas através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA); e a Emater RO, no apoio técnico em projetos em a instituição participa.

Segundo João Paulo ao menos, oito cooperados foram infectados pelo novo coronavírus e, desses, apenas um ainda está em período de quarentena familiar. A pandemia, também, fechou o mercado para a cooperativa, fazendo com que a venda da castanha sofresse queda bastante acentuada.




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