O RESULTADO DAS DISCUSSÕES SERÁ ENCAMINHADO PARA A CONFERÊNCIA ESTADUAL, MARCADA PARA OUTUBRO, EM PORTO VELHO

Quase 400 pessoas participaram da abertura da 1ª Conferência Municipal de Vigilância em Saúde de Ji-Paraná, organizada pela Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) em parceria com o Conselho Municipal de Saúde. Durante dois dias (quinta e sexta-feira), usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhadores, gestores, representantes de movimentos sociais, entidades e instituições debaterão, no auditório do Ceulji, temas sobre a “Vigilância em Saúde: Direito, Conquistas e Defesa de um SUS Público de Qualidade”.

A conferência segue com várias palestras e espaços para roda de conversa onde a sociedade poderá dar sugestões para melhorar a prevenção da saúde da população. Segundo o secretário municipal de saúde, Renato Fuverki, a participação da comunidade é primordial. “Daqui sairão diretrizes para formular políticas públicas voltadas para a Vigilância em Saúde nos próximos quatro anos em Ji-Paraná. E sabemos que a saúde preventiva também depende de cada um para que seja uma realidade no nosso município”, enfatizou o secretário.

Para o presidente do Conselho Municipal de Saúde, José Maria Alves Costa, são vários desafios enfrentados nesse processo que precisam ser discutidos. “Entre os desafios estão o estabelecimento de um modelo de atenção à saúde voltado para a redução do risco da doença, onde a promoção, proteção e prevenção ocupem o mesmo patamar e recebam a mesma importância do que a recuperação e a assistência”, explicou o presidente.

O representante da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Anísio Goraiebe, destacou uma questão fundamental que será debatida pelos participantes. “Aqui é um espaço para pensarmos em como integrar os programas de todas as vigilâncias: epidemiológicas, sanitárias, em saúde ambiental, do trabalhador e dos laboratórios de saúde pública. Além disso, discutiremos também as responsabilidades do Estado e dos governos com a Vigilância em Saúde”, finalizou Goraiebe.

O resultado das discussões será encaminhado para a conferência estadual, marcada para outubro em Porto Velho. A Etapa nacional será em novembro em Brasília. As propostas podem ajudar a criar políticas públicas para o setor de saúde preventiva no país.




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