Em JP cidadãos podem apadrinhar crianças de instituições de acolhimento

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O Instituto Municipal de Acolhimento Adélia Santana e a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) de Ji-Paraná estão divulgando o projeto “Apadrinhando uma História”, criado pelo Juizado da Infância e Juventude em parceria com a Prefeitura de Ji-Paraná e Ministério Público de Rondônia.

O projeto tem o objetivo de sensibilizar e incentivar pessoas com interesse e disponibilidade de tornar-se ‘padrinhos e madrinhas’ de crianças e adolescentes que estão acolhidos na Instituição de Acolhimento.

A EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO CENTRO DE ACOLHIMENTO

Há três modalidades de apadrinhamento:

Afetivo: é aquele que pode fazer visita à criança ou adolescente e levá-lo pra casa para passar final de semana ou as férias escolares.

Provedor: que oferece suporte financeiro, como por exemplo, materiais escolares, calçados, brinquedos, cursos profissionalizantes, reforço escolar, prática esportiva ou consultas e procedimentos médicos que não são oferecidos pelo Sistema Único de Saúde.


Prestador de Serviços: que dá chance de profissionais liberais atenderem as crianças e adolescentes participantes do projeto, de acordo com a especialidade de trabalho.

Segundo a diretora do Instituto Adélia Santana, Margarete Porto, as crianças e adolescentes que ficam na instituição de acolhimento já passaram por muitas perdas emocionais. “A modalidade Padrinho afetivo é a mais criteriosa e importante, pois se torna uma maneira de garantir aos acolhidos a convivência familiar, o vínculo afetivo, emocional que uma vez foi cortado, lesionado, traumatizado“ disse a diretora da instituição.

O projeto, inaugurado há dois anos em Porto Velho, foi implantado há cinco meses em Ji-Paraná. De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Sônia Reigota, o “Apadrinhando uma história” é um projeto importante, pois dá a oportunidade para que qualquer cidadão ajude crianças e adolescentes carentes. “O máximo que uma criança ou adolescente pode ficar em uma entidade de acolhimento é até 18 anos. E aí não está mais na idade preferida por quem quer adotar. Esse projeto se destina justamente a esses adolescentes”, explicou Sônia Reigota.

Quem quiser fazer o cadastro ou conhecer melhor o Projeto “Apadrinhando uma história” pode obter informações pelo telefone 3423-0652 ou procurar a Semas, o Instituto de Acolhimento Adélia Santana ou o Núcleo Psicossocial do Juizado da Infância e Juventude no Fórum Desembargador Hugo Auller,  todos no primeiro distrito da cidade.

Serviço
Endereços:

  • Semas: Avenida Marechal Rondon, n° 1522, bairro Centro
  • Instituto de Acolhimento Adélia Santana: rua Fernando de Noronha, n° 373, bairro Parque Amazonas
  • Fórum Desembargador Hugo Auller: Avenida Ji-Paraná, n° 315, bairro Urupá


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