CDL de Ji-Paraná atesta que economia de Ji-Paraná está em franca reação

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Os consumidores terminaram o ano de 2018 com boa dose de otimismo por conta dos reflexos da economia local que passou a reagir no final do segundo semestre do ano passado. Dados apresentados pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Ji-Paraná – CDL indicam que vários fatores colaboraram para o aumento dos índices de satisfação como o resgate do crédito na praça e a estabilidade econômica.

Estes resultados refletiram-se concretamente nas atividades da CDL. Em 2018, a entidade realizou 10.108 consultas de balcão, 937 cadastros positivos e 1.132 consultas de score o que mostra o interesse dos consumidores em permanecerem ativos no comércio local.

Segundo a administradora da CDL, Nayara Trindade, os consumidores que procuraram a entidade sanaram dúvidas referentes ao nome sujo, como quitar a dívida existente e aumentar o score de crédito. “No ano, a média de atendimentos foram de 800 por mês. Os consumidores se mostraram interessados não só em limpar o nome como também em pagar as contas em dias, visando o aumento do crédito e da pontuação”, ressaltou.

O BALANÇO APRESENTADO aos jornalistas mostrou um novo perfil dos consumidores de Ji-Paraná. Os homens compram mais do que as mulheres, perdendo apenas no mês de dezembro em que elas se sobressaíram. Outro fator interessante é que as mulheres são maioria nos índices de inadimplência, mas também se preocupam em resgatar o crédito.  “As maiores incidências de parcelas foram de valores entre R$ 50 e 100 reais. Isso demonstra que a pessoa tem maior chance de sair da inadimplência quando a dívida é de no máximo R$ 250 reais”, frisou.

Em 2018, a entidade identificou também que os índices maiores de inadimplência são de cheques com valores acima de R$ 500,00 reais.


Os dados apresentados mostram também resultados positivos no ano de 2018 quanto ao fechamento de empresas que foi 26,46% menor em relação ao ano de 2017. Os gráficos mostraram ainda que em 2016 foi o melhor ano para a economia local. Já em 2017, com a retração econômica e o desemprego em alta, as vendas apresentaram recuo.



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