WALDIR COSTA – Campanha política não empolga; Ji-Paraná quer maior representatividade

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Governador – A política é mesmo um jogo dos mais complicados onde é difícil de saber quem será o vencedor. Eleição no Brasil é realizada de dois em dois anos. As gerais, como a deste ano, quando serão eleitos o presidente da República, governadores, dois dos três senadores, Câmara Federal e Assembleias Legislativas, e as municipais que elegem prefeitos e vereadores. Até 2014 o presidente da República, os governadores e os prefeitos podiam se reeleger para um segundo mandato, agora não. Senadores e deputados podem disputar quantos mandatos quiserem.

Governador II – As eleições deste ano serão as gerais e o quadro de candidatos a governador, ainda, está confuso. Maurão de Carvalho Rondônia, Unidos Somos Fortes (MDB/Podemos/PMN/PCdoB/PHS/Pros/PV), Acir Gurgacz Juntos para um Novo Tempo em Rondônia (PDT/PP/PR/PTB/PSDB/Solidariedade/PSB/PTC) e Expedito Júnior Esperança por um Tempo Novo (PSDB/DEM/PSD/PRB/Patriotas) são os candidatos já em plena campanha. Os três estão com maior visibilidade, porque contam com maior estrutura, mas distante de uma mobilização plena. Os demais usam as redes sociais e esperam pelo Horário Eleitoral Gratuito, que terá início no próximo dia 31, para buscar o equilíbrio.

Governador III – Dentre os três mais citados nas consultas aos eleitores por institutos especializados e analistas de veículos de comunicação, somente Acir enfrenta problemas com a justiça, porque foi condenado e concorre, após entrar com embargo infringente que, ainda, não foi julgado pela Justiça Eleitoral, que poderá inclusive, suspender a inelegibilidade. O prazo para mudança de candidato expira no próximo dia 17. Após a data somente em caso de morte do candidato. Fica a pergunta: caso o embargo de Acir não for julgado até o ria 17, ele vai correr o risco de a coligação ficar sem candidato a governador e vice?

Opção – As apostas sobre o futuro de Acir tem várias hipóteses. Uma delas o governador Daniel Pereira (PSB) disputar a reeleição. A segunda o ex-prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires (PSB) candidato ao Senado entrar na disputa pelo governo do Estado. A terceira a esposa de Acir, Ana, ocupar o lugar do marido como já se ventilou esta semana. A mais recente –e plenamente viável– o candidato a vice da coligação, ex-deputado estadual Neodi Carlos (PSDC) ser a terceira via tendo Ana como vice. Faça a sua aposta.

Deputado – O segundo colégio eleitoral de Rondônia, Ji-Paraná tem hoje dois deputados na Assembleia Legislativa (Ale), Airton Gurgacz (PDT) e Laerte Gomes, que é líder do governo na Ale, do PSDB. Ambos com chances de reeleição e com amplas folhas de serviços prestados ao Estado. O jovem Ari Saraiva (PSB), que já obteve votação expressiva em eleição anterior, mas não se elegeu é outro nome em condições de ocupar uma das 24 vagas da Ale. Pela sua importância, política, social e econômica Ji-Paraná precisa de maior representação na Casa do Povo e deverá obter.


Respingo

A vereadora de Ji-Paraná, Sílvia Cristina (PDT) ganhou espaço na região polarizada pelo município na sua luta para ocupar uma das oito vagas à Câmara Federal nas eleições deste ano. Como o deputado federal Marcos Rogério (DEM-RO) optou em concorrer a uma das duas vagas ao Senado, Silvia ganhou mais espaço na busca do seu objetivo +++ O governador Daniel Pereira (PSB) manteve longa conversa com os candidatos a deputado (federal e estadual) ontem (28). Na pauta as eleições de outubro próximo, mas o que realmente predominou na conversa reservada não veio a público +++ Como este ano, pelo menos por enquanto a participação do eleitor, ainda é insignificante, talvez um plano B do partido esteja na pauta. De qualquer maneira os candidatos devem buscar o eleitorado, porque pelo menos por enquanto a expectativa do povo com as eleições é mínima e a possibilidade de abstenção elevada é enorme.



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