A Marinha do Brasil, por meio da Delegacia da Fluvial de Porto Velho, informou na manhã desta sexta-feira (13), que abriu um inquérito para apurar as causas do acidente envolvendo a embarcação que desapareceu no Rio Madeira e era ocupado pelo cinegrafista da Rede Amazônica Clebson Ribeiro da Cunha, a irmã dele Cleidiane Ribeiro da Cunha, e um sitiante. Eles desapareceram na última sexta-feira (6). As buscas devem encerrar no final do dia.

De acordo com o delegado da Marinha, Rodolfo Aurélio Santos, inicialmente o prazo para a conclusão do inquérito é de 90 dias. “Esse é o procedimento de praxe que é realizado, para que a gente consiga saber o que realmente aconteceu”, disse o delegado.

O delegado explica, que os peritos da Marinha já foram no local onde possivelmente o barco tenha desaparecido, ouviram testemunhas, e verificaram se a embarcação foi encontrada. “Os trabalhos continuam para poder concluir o inquérito instaurado, e ter uma conclusão precisa sobre o acidente”, explicou.

Testemunhas relataram para o Corpo de Bombeiros, que chegaram a ver a embarcação com as três pessoas cruzando o rio, mas logo depois não viram mais o barco, que possivelmente pode ter virado. No momento do acidente, chovia forte e ventava bastante.



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