Associação rural se manifesta sobre criminalidade na área rural

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A criminalidade que migra da cidade para o campo faz vitimas quase todos os dias. Há poucos dias, um estudante de 21 anos morreu ao tentar proteger os avós de um assalto, em Presidente Médici; já em Seringueiras uma fazenda foi totalmente destruída após uma invasão; saques frequentes com roubos e abates vem ocorrendo nas propriedades rurais na região, e com registro de agressão e mortes no campo.

Esses indicadores fizeram com que Associação Rural de Rural (ARR), em parceria com Sindicatos e Associações, de municípios da 429, Zona da Mata e do Guaporé e Região Central de Rondônia cobrassem do Estado providências. As reivindicações são por um sistema mais ostensivo de policiamento rural ou a implantação da Patrulha Rural, para inibir e combater os delitos na zona rural.

“Nós estamos vulneráveis com essa situação, não temos mais aquele sossego, tranquilidade ou paz que tínhamos no passado. O cenário é bem diferente, por isso da idéia em promover essa reunião com o poder público, em especial o comando do GOE para termos uma orientação e juntos reduzirmos esses indicadores”, declarou Sérgio Ferreira, presidente da ARR.

Sérgio não descarta a possibilidade de uma ação conjunta para implantação da patrulha rural ou reforço nas ações de segurança para redução da criminalidade. “Infelizmente o que nós não queríamos está acontecendo, somos reféns dos bandidos. Com o cerco se fechando contra eles no setor urbano, estão todos migrando para Zona rural e para os pequenos municípios. Por isso da criminalidade nas alturas”, destacou Joberto Calegari, presidente da Associação Mista de Presidente Médici.

Na reunião o Tenente Paulo Lima comandante do Grupo de Operações Especiais da Tropa de Choque do Batalhão da Policia Militar e o Tenente Fernando Souza, destacaram o trabalho operacional na redução de crimes nas regiões de Ouro Preto D’Oeste, Mirante da Serra, Nova União, Presidente Médici e Rondominas com policiamento 24 horas fruto da parceria pública privada.


“Temos feito um trabalho de Patrulhamento Rural de Costa Marques a Jaru. Mesmo com nosso efetivo reduzido conseguimos dar uma resposta muito rápida a sociedade. Nessas regiões as parcerias foram decisivas. Já não vemos invasões com freqüência em algumas fazendas. Conseguimos implantar um trabalho com resultados. Tenho plena convicção, que podemos ampliá-los para essas regiões em um trabalho conjunto com cada cidade”, afirmou Paulo Lima, comandante do GOE.



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